NAS LOJAS INTELIGENTES, O LUCRO É CERTO

 

Selecionamos para esta semana uma matéria especial desenvolvida pela Eletrolar NEWS, do Grupo Eletrolar – um conceituado grupo, desenvolvedores de Feiras, Revistas, Portais e Congressos que atendem a diversos canais de comunicação e negócios entre a indústria e o varejo de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, celulares, móveis, utilidades domésticas e TI.

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As novas tecnologias – que vêm contribuindo com o varejo de todos os portes ao otimizarem a gestão das lojas, possibilitando a redução de custos e o aumento das margens – embutem ferramentas que proporcionam experiências de compra muito mais interessantes.

Beleza e inovação tecnológica atraem, eis uma realidade para a qual o varejo, especialmente o de eletroeletrônicos, deve dedicar a sua atenção, principalmente nos dias atuais. Lojas com layout contemporâneo e recursos tecnológicos – que possibilitam maior conhecimento dos produtos e interação – podem funcionar como ponto de encontro e entretenimento, porque oferecem melhor experiência de compra aos consumidores de todas as faixas etárias e apresentam resultados financeiros superiores aos obtidos pelos que se mantêm céticos quanto à importância da inovação e da estética para o desenvolvimento de seus negócios. […]

A nova geração que está chegando ao mercado nasceu plugada na tecnologia, e o impacto desse público com celular na mão é uma arma, pois, antes de comprar um produto, ele pesquisa, verifica onde é mais barato, busca a informação nas lojas física e virtual, troca ideias e experiências nas redes sociais e espera receber bom atendimento.
“Em alguns casos, pode até fazer uma empresa perder a credibilidade”, afirma Regiane Relva Romano, CEO da Vip-Systems Informática, empresa especializada em soluções para varejo, coordenadora de cursos no Unifieo, coordenadora geral do Smart Campus Facens, professora da FGV e da FIA, mestre em informática e doutora em administração de empresas, com ênfase em TI. Nesta área e nas de inovação e varejo, atua há mais de 30 anos. […]

 

NA VANGUARDA
A mistura do mundo real com o virtual é o que caracteriza uma loja de vanguarda e, neste ponto, o segmento de eletroeletrônicos é privilegiado, uma vez que é o mais fácil de se adaptar a essa tendência mundial. “Os produtos eletroeletrônicos vão nos levar à internet das coisas, eles vão nos ajudar a obter o perfil do consumidor e saber até como ele atua na própria casa. Grande parte das lojas já tem o conceito embarcado, e as ferramentas tecnológicas são imprescindíveis para o setor de varejo”, explica a professora-doutora e pesquisadora, autora de livros sobre o tema. “Tudo isso exige uma mudança grande de mentalidade, que já mira a nova geração (Y), que quer interatividade, entretenimento e gameficação dos negócios.”

Essa mudança de mentalidade inclui ter vendedores preparados para operar a tecnologia, que não a vejam como uma inimiga prestes a ceifar seus empregos. “Omnichannel e lojas inteligentes, que se propõem a ser um lugar agradável, fazem parte do varejo atual de vanguarda, que se preocupa em atender o consumidor que, antes de ir à loja física, pesquisa o produto primeiramente na internet, onde vê os detalhes e todas as informações. Quando ele chega à loja, muitas vezes tem mais informações a respeito do produto do que o vendedor. Mas se engana quem não acreditar que a tecnologia é meio e não fim. Ela só funciona se o varejo tiver pessoas e processos eficientes”, garante Regiane.

É fato que, hoje, nessa integração do mundo físico com o digital, o consumidor, em sua casa ou no celular, tem as condições de avaliar, por meio do catálogo virtual, o produto que deseja comprar, e, na loja, ele quer vivenciar novas experiências, diz Regiane. “O consumidor é cirúrgico. Sabe o que quer, onde e como encontrar o que deseja. Quer ter liberdade, acessar a informação e o detalhamento à medida que necessitar, sem a interferência de um vendedor. Por conta disso, disponibilizar quiosques, tablets, Wi-Fi, enfim, acesso à informação, é primordial. Regiane lembra de um exemplo mostrado na NRF 2016: o consumidor poderia ser assistido por um vendedor que utilizava o tablet, mas as informações eram apresentadas em um digital signage. Assim, a loja toda poderia acompanhar o detalhamento das características do produto que não existia fisicamente no local, mas podia ser degustado nele, de forma virtual. […]

 

OS TEMPOS SÃO OUTROS
Com o advento do código de barras e sua evolução, as soluções para o ponto de venda ficaram mais flexíveis, e a automação dos processos dentro de uma loja se expandiu, diz Marcelo Hirsch, vice-presidente de vendas da ScanSource POS e Barcode para a América Latina, empresa provedora de soluções tecnológicas, que atua através de revendedores em todo o Brasil. “Os benefícios da automação são enormes, agilizam o atendimento, a disponibilidade do inventário, possibilitam ao varejista gerenciar melhor o desempenho do negócio e a rentabilidade. Não dá mais para um varejista controlar como antigamente, com um lápis na orelha e uma caderneta na mão.”
Mudaram os tempos, é fato, e cada vez mais o varejo tradicional concorre com a venda online. “Então, quando o consumidor sai de sua casa, ele tem de ter uma experiência de compra cada vez melhor, e isso é, sem dúvida, um dos grandes benefícios da automação, que pode ser implantada no varejo de todos os portes, pois há soluções mais simples, desde as dirigidas para pequenas lojas, como as completas, que são indicadas para redes sofisticadas”, conta Hirsch.
A título de exemplo, o executivo lembra também a performance da Apple, nos Estados Unidos, que atende o consumidor em qualquer lugar em que ele estiver em suas lojas e, além de enviar-lhe promoções via smartphone, possibilita que faça o pagamento do que comprou para o próprio vendedor, medida que facilita a vida e otimiza o tempo. O varejo de eletros pode fazer isso, diz o executivo da ScanSource. “Ele tem espaço para dar mais mobilidade ao vendedor para acompanhar o consumidor, com um tablet ou smartphone, e evitar também que ele precise ir a um terminal fixo fazer o pagamento. O varejo sofre, hoje, uma concorrência globalizada. É preciso aumentar a taxa de conversão quando o consumidor entra na loja, e isso se obtém com a tecnologia.” […]

 

BRASIL EM BOM LUGAR
Em termos de conectividade com os clientes por meio de aplicações de fidelidade, o Brasil tem o maior percentual na América Latina, acima de México e Chile, revela pesquisa da Zebra Technologies.
Segundo o estudo, 82% dos varejistas da região oferecem conectividade dentro da loja por meio de aplicativos de fidelização, mas só 46% fazem uso inteligente dos dados para aumentar os níveis de satisfação do cliente e monitorar os pontos de venda. Dos pesquisados, 18% se conectam com os clientes e seus smartphones com a conexão Wi-Fi gratuita. Na região, 80% mandam catálogos impressos e 50% pretendem enviar, em futuro próximo, ofertas personalizadas para os dispositivos dos clientes que estão na loja.
Varejistas brasileiros estão conscientes de que prestar melhor serviço ao consumidor é um diferencial em relação à concorrência, diz Ana Maria Cabrales, gerente de marketing da empresa para soluções de varejo e hotelaria na América Latina. “A prioridade é oferecer dispositivos móveis ou portáteis para informações precisas e ajudar o cliente na decisão da compra. Por exemplo, se ele quer saber mais sobre o produto ou similares, pode consultar o catálogo e receber as informações na loja. Pode também verificar o nível de inventário ou agendar a entrega em sua casa, caso não haja o produto no estoque.”
Ter canais de vendas múltiplos torna a operação mais complexa e, por isso, é importante que o varejista ofereça consistência em todos eles, isto é, não só em disponibilidade de inventário como na mensagem transmitida. A compreensão do comportamento do cliente na loja permite que o varejista otimize a distribuição e tome as melhores decisões em termos de promoções, que podem ser estendidas para os canais móveis e eletrônicos, aumentando, assim, o impacto das estratégias de marketing e de preços.

Independentemente de sua dimensão, os varejistas estão preocupados com a visibilidade e gestão de seu inventário e com o processo de pagamento.
Todos estão à procura de tecnologias que lhes permitam otimizar o tempo e reduzir os erros no ponto de venda. “Com a rápida proliferação dos QR codes eletrônicos e o uso de smartphones, eles estão procurando scanners poderosos, capazes de ler todo tipo de código de barras em qualquer situação”, conta Ana Maria.
É claro que o custo de implantação da tecnologia depende do tamanho e da quantidade de itens da loja, mas o retorno do investimento é medido facilmente com a otimização do estoque, redução de erros de preços e do tempo de treinamento dos funcionários.

 
Confira os recursos para o Varejo, como:

– RFID
– Catálogo Interativo
– Cinema Interativo
– Crystal Screen
– Digital Signage
– Display Transparente Touch Interativo
– Folder Virtual
– Games
– Ghost Screeen
– Jogos Multitouch
– Mesa Interativa
– Música Ambiente
– Parede Interativa
– Promotora Virtual Interativa
– Quiosque Interativo
– Realidade Aumentada
– Realidade Virtual 3D
– Recepção Inteligente
Conheça detalhes de cada aqui.

 

 

Confira a matéria completa no endereço http://eletrolar.com/ ou na versão digital da revista ELOTROLAR NEWS, em http://eletrolar.com/revistas/revista-ed-113/?utm_source=portal&utm_medium=revista%20online&utm_campaign=eletrolarnews%20113

Fonte: Eletrolar NEWS – Ano 17. N. 113 – 2016

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